sexta-feira, 6 de maio de 2016

ALIMENTO-DIÁRIO


alimento diário online - sexta feira


A Ideia Central das Epistolas de Paulo
O Encargo Central de Paulo

Semana 04 - A Epístola de Paulo aos Efésios [1] - (Ef 1:3-6)

Sexta-Feira – Leitura bíblica: Sl 82:6; Jo 1:12-13; Gl 4:2; Ef 4:13; 1 Pe 1:3


Ler com oração:
"Em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade" (Ef 1:4b-5)

ABENÇOADOS COM A FILIAÇÃO
Precisamos ressaltar a grandiosidade de termos sido escolhidos antes da fundação do mundo. Deus é grandioso demais e contém bênçãos sem medidas para os Seus filhos. A plena filiação é uma delas, de modo que o Senhor espera que nos tornemos filhos maduros (Ef 1:4-5; 4:13). Deus, nosso Pai, deseja trabalhar Sua vida em nós, Seus filhos escolhidos, até nos tornarmos Seus herdeiros, isto é, alcançarmos a plena filiação.
Como já sublinhamos em séries anteriores do Alimento Diário, a expressão “adoção de filhos”, encontrada em muitas versões, é mais bem traduzida por “filiação”. Não somos filhos adotivos de Deus, e sim legítimos, pois nascemos Dele ao crer (Jo 1:12-13), fomos regenerados e ganhamos a vida de Dele (1 Pe 1:3). Porém a filiação não é somente uma questão de título, e sim de crescimento da vida divina. Em outras palavras, Deus se fez Homem a fim de que o homem se tornasse como Ele é, em vida e natureza, mas não na Deidade (Sl 82:6).
Em amor, o Senhor nos predestinou para Ele mesmo, para a filiação, segundo o beneplácito, isto é, o bom prazer de Sua vontade (Ef 1:5). Na luz dessa palavra, necessitamos perceber o ilimitado amor de Deus. Qual tem sido o nosso sentimento e reação ao percebermos a grandiosidade da filiação? Por causa do amor de Deus, nós também somos os receptores da carta aos efésios, onde é destacada toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo. Aleluia!
No entanto sabemos que o processo de transformação até chegarmos à plena filiação é árduo e longo. O livro de Gálatas nos mostra, por exemplo, que esse período é “até ao tempo predeterminado pelo pai” (4:2). Em nossa experiência com o Senhor, ao crermos Nele, éramos como crianças, mas estamos sendo cuidados, trabalhados e aperfeiçoados na vida da igreja, sob o labor de amor dos cooperadores, presbíteros, diáconos e diaconisas até que cheguemos à maturidade espiritual. Assim todos poderemos cooperar com o Senhor em Sua obra nesta era e tomar posse da herança eterna reservada para nós na era vindoura.
Devemos valorizar a vida da igreja e os irmãos que nos ajudam a crescer em vida. A partir do momento em que nos esvaziamos de nós mesmos para recebermos aperfeiçoamento dos irmãos, podemos avançar em nossa vida espiritual, na experiência com Deus, e assim os elementos de Seu Filho serão acrescentados a nós. Já fomos salvos, já clamamos: “Aba, Pai!”. Já somos filhos de Deus, mas Ele quer continuar trabalhando Sua vida em nós.
Que o Senhor nos ilumine para percebermos que não basta o título de filhos de Deus, mas sim que essa vida precisa crescer. Louvamos o Senhor porque Ele nos escolheu antes da fundação do mundo e nos predestinou em amor à filiação! Amém!
Ponto-chave: Valorizar a filiação.
Pergunta: Qual tem sido o seu sentimento e reação quanto à filiação?

Ouvir o Alimento Diário, durante a leitura!
Para ouvir o alimento diário no celular:

segunda-feira, 1 de abril de 2013

O ministério das Mulheres


AS IRMÃS PRECISAM AMAR O SENHOR COM O PRIMEIRO AMOR

Como as irmãs podem conceber e gerar algo na vida da igreja? Primeiramente, as irmãs necessitam amar o Senhor mais do que qualquer coisa. O Senhor é mais amável que o mundo, nosso ego, nossa família, nosso futuro, e qualquer coisa que possuímos (10:37). Ele é mais amável do que todas as coisas. Segundo Apocalipse 2:4, a degradação da igreja foi devido ao abandono do primeiro amor para com o Senhor. A palavra primeiro em grego também pode ser traduzida como "melhor". Precisamos ter o primeiro amor, o melhor amor, para com o Senhor. As irmãs precisam orar, "Senhor, conceda-me Te amar com o primeiro amor, o melhor amor".

Quando o Senhor Jesus encontrou Pedro depois da Sua ressurreição, Ele não o repreendeu. Contudo, o Senhor perguntou a Pedro três vezes se ele O amava (Jo 21:15-17) porque Pedro O tinha negado três vezes (13:38; 18:12:17). Todos os problemas que temos com o Senhor é devido à falta de amor para com Ele. Contanto que tenhamos o melhor amor, o primeiro amor, para com o Senhor, todos os problema desaparecerão. Especialmente as irmãs, precisam 

ter o melhor amor para com o Senhor.


AS IRMÃS NECESSITAM SER QUEBRANTADAS


Em segundo lugar, com base no padrão da vida familiar, para as irmãs gerarem algo na vida da igreja, elas precisam se sacrificar. Isso significa que necessitam ser quebrantadas. A questão de ser quebrantadas inclui ser submissa, sofrer e desistir (abandonar) de muitas coisas. Na vida da igreja, primeiro as irmãs necessitam do melhor amor para com o Senhor. Depois, em seguida, elas precisam de quebrantamento, que inclui submissão, sacrifício, sofrimento, abandonar muitas coisas, nunca almejar algo para si mesmas, nunca vindicar algo para si mesmas, e nunca dizer algo por si mesmas. As irmãs precisam estar dispostas a serem privadas para a igreja. Se as irmãs não estão prontas a se sacrificar, para sofrer perdas, se submeterem e serem quebrantadas, elas nunca poderão conceber algo para a vida da igreja.

A Bíblia nos diz que as irmãs são colocadas na posição de submissão, uma posição de sacrifício, e uma posição de humildade (1 Co 11:3-16; Ef 5:22; 1 Pe 3:1,4). O significado real da humildade é ser quebrantado. Ninguém pode ser verdadeiramente humilde se não for quebrantado. Para as irmãs conceberem e gerarem algo na igreja, elas devem estar dispostas a serem quebrantadas por amor ao Senhor. Em sua casa com seu marido e até mesmo com seus filhos, as irmãs precisam ser quebrantadas. Nosso cônjuge e nossos filhos são um teste para o nosso quebrantamento.

Se as irmãs brigam entre si, isso é uma prova de que elas não estão dispostas a serem quebrantadas. Mesmo se temos sido tratados injustamente, se estivermos dispostos a ser injustiçados, isso mostra que somos quebrantados. Isso significa que estamos sob o trabalhar da cruz. Se uma irmã é reprovada por outra irmã, e ela não murmura ou reclama, esse é um sinal de que ela está disposta a ser quebrantada.

Todos os irmãos e irmãs precisam estar dispostos a serem quebrantados. Se formos tais pessoas, será impossível ficarmos ofendidos. Se as irmãs ficam ofendidas com alguma coisa, isso danificará sua função para conceber ou gerar algo na vida da igreja. As irmãs nunca devem se justificar. Elas nunca devem culpar ou criticar os irmãos responsáveis por suas decisões.

Pode ser verdade que os irmãos responsáveis tomem uma decisão errada, mas se as irmãs estiverem dispostas a serem quebrantadas, elas não dirão uma palavra. Em vez disso, elas tomarão o encargo de ir ao Senhor, e orar, clamar pela autoridade mais elevada. Elas devem deixar o Senhor ouvir a sua voz com relação a situação, mas ninguém mais deve ouvir algo da boca das irmãs.

Se as irmãs estiveram dispostas a serem quebrantadas, isso será uma grande ajuda para o gerar das coisas na igreja. Se as irmãs não estiverem dispostas a serem quebrantadas, nada será concebido ou gerado na igreja. Temos falado muito sobre viver no espírito, mas a questão do quebrantamento é viver na prática, viver na realidade. Se as irmãs estiverem dispostas a serem quebrantadas, o seu espírito será muito sólido, vivo e rico.




A POSIÇÃO DAS IRMÃS NA IGREJA

As irmãs têm uma importante posição na igreja. Não devemos pensar que porque a diferença entre homem e mulher ainda existe no Corpo, a posição das irmãs não é importante. Se esse é o nosso pensamento, estamos errados. Se lermos o Novo Testamento completo, perceberemos que na vida da igreja, de uma certa perspectiva, a posição e função das irmãs são mais importantes do que a dos irmãos.

Os três passos principais tomados pelo Senhor Jesus foram Sua encarnação, Sua crucificação, e Sua ressurreição. Com relação a cada um desses três passos, uma irmã estava envolvida, e todas as três irmãs chamavam-se Maria. O Senhor foi encarnado por meio de Maria Sua mãe (Mt 1:16, 18). Um pouco antes da Sua crucificação Maria, irmã de Marta, ungiu os pés do Senhor para o Seu sepultamento (Jo 12:3). Depois da Sua ressurreição a primeira que viu o Senhor Jesus foi Maria Madalena (20:1, 11-18). Portanto, três irmãs foram muito envolvidas com os três passos principais do Senhor.

É claro que para a encarnação do Senhor, uma irmã precisava estar envolvida, mas antes da Sua morte, por que não foi um irmão que derramou o unguento sobre o corpo do Senhor? E na Sua ressurreição, por que não foi Pedro ou João ou algum outro irmão que foi o primeiro a vê-Lo ? Isso é muito significativo. As irmãs precisam perceber que elas são aquelas que introduziram a encarnação, a crucificação e a ressurreição do Senhor às pessoas.
Além disso, de acordo com Lucas 8:2-3, enquanto o Senhor Jesus estava na terra, não era um grupo de irmãos que ministravam coisas materiais ao Senhor e Seus discípulos, mas um grupo de irmãs. Em Atos 12:12, depois que Pedro foi libertado da prisão, ele foi para a casa de Maria, a mãe de João, onde diversos santos estavam orando. A reunião de oração realizada na casa da irmã ministrou muita vida a igreja naquele tipo de situação.

Em Romanos 16 Paulo menciona os nomes de diversas irmãs em sua saudação aos santos. Se lermos todas as epístolas do Novo Testamento até o final do livro de Apocalipse, perceberemos que a posição e função das irmãs pode ser mais importante que a dos irmãos. É claro que, isso não significa que os irmãos são inúteis. Podemos comparar os irmãos aos ossos do corpo físico, e as irmãs, ao sangue. Para ter um corpo físico forte, precisamos dos ossos como um esqueleto, e precisamos do sangue para sustentar a vida do corpo. Para o nosso corpo o sangue é mais importante que os ossos.

Com base em minha experiência na vida da igreja, aprendi que os problemas entre as irmãs são mais sérios que os problemas entre os irmãos. Se há alguns problemas entre os irmãos mas não há problemas entre as irmãs, aquela situação não é tão séria. Em uma igreja o que mais temo são os problemas entre as irmãs. Assim como é sério quando há problema com nosso sangue, sempre que há algo errado entre as irmãs, há uma séria doença no Corpo. Se o Corpo será forte, saudável, e sadio, as irmãs devem ser corretas. Então, se a igreja é forte ou fraca, saudável ou doente, depende principalmente das irmãs. Essa é a razão pelo qual tenho encargo de mostrar que a posição e função das irmãs na igreja são de tremenda importância.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Exercer o Ministério


O que é ministerio?

A maioria das pessoas pensam que "ministério" é aquilo que envolve Pastores e Ministros, quando eles desempenham seu trabalho liderando um grupo chamado igreja. A Bíblia, porém, ensina que ministério é simplesmente o exercício do dom de uma pessoa (1 Pd 4:10-11; 1 Tm 4:6; Ef 4:11-12). 

Na cristandade hoje é que quando alguém sente que foi "chamado para o ministério", deve passar por um sistema de ensino por meio do qual irá adquirir o status de "Ministro" ou "Pastor". Considerando que todos os cristãos possuem um dom, todos os cristãos deveriam estar no "ministério"! Nem todos podem ter um dom de ministério público da Palavra de Deus, mas todos têm um ministério a cumprir. 

Uma das razões de muitos não cumprirem seu ministério é que existe um vasto sistema clerical criado pelos homens na igreja que impede que as pessoas exerçam seus ministérios. Numa situação normal em uma típica igreja denominacional, se o Espírito de Deus quisesse dar uma palavra a alguém ali que tivesse um dom de ministério público, ele seria reprimido e não poderia exercitar seu dom. Se tentasse fazê-lo, acabaria causando uma interrupção no culto previamente organizado.

A Bíblia ensina que se uma pessoa possui um determinado dom, a própria posse do dom já é a garantia de Deus para que ela o utilize. A Bíblia diz: "Cada um administre aos outros o dom como o recebeu" (1 Pd 4:10). Ali não diz "cada um que tenha recebido o dom seja treinado e ordenado por um seminário para poder administrar aos outros".
Além disso, as Escrituras dizem: "Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação" (1 Co 14:26). Aqui também não encontramos qualquer indício de que a pessoa deva ser treinada antes de poder exercitar seu dom na assembleia. A passagem simplesmente diz que se tivermos doutrina (ensino) etc., faça-se tudo para a edificação da igreja. 

contribuição de Mário Persona

domingo, 13 de janeiro de 2013

A RELIGIÃO e a RELIGIOSIDADE... um bem, ou um mal?

  A religião e a religiosidade andam de mãos dadas e juntas são o maior impedimento para o conhecimento de Deus e das verdades bíblicas, por isso elas não incomodam o inimigo, pelo contrário, ao longo das eras, elas sempre foram as suas maiores aliadas, (basta lembrarmos toda a perseguição religiosa que o Senhor passou). Mas elas não são malignas ...apenas por isso, a pior faceta delas é a de darem aos religiosos a sensação de estarem servindo a Deus, quando normalmente eles estão apenas seguindo costumes, tradições e doutrinas de homens. Esse é o maior mal que a religião e a religiosidade trás aos homens, pois os aprisionam ao erro, impedindo-os de conhecerem verdadeiramente a Deus. Geralmente um religioso tem uma ligação mais forte com a sua religião do que com Deus, ele é capaz de defende-la com unhas e dentes sem sequer procurar a verdade sobre o assunto, pois normalmente ele não tem muito conhecimento, ele se contenta apenas com aquilo que ouve dos seus lideres, e o pior, recebe aquilo como sendo a verdade absoluta, sem procurar conhecer a verdade, ou outras fontes. A maior parte dos religiosos não procura conhecer a palavra de Deus, não a lêem, e quando a lêem, lêem apenas trechos isolados, para o interesse próprio, trechos esses, que fora do contexto, mudam toda a verdade. Obviamente que existe o outro lado também, aqueles que lêem a palavra apenas para ostentarem o seu conhecimento teórico, os mestres da lei. Examinam a palavra principalmente para julgarem os demais, para argumentarem e discutirem opiniões, mas nunca para realmente saberem qual é a vontade de Deus. Os religiosos não se preocupam em terem uma busca pessoal de Deus, até mesmo as orações são outros quem as fazem por eles, portanto não têm nenhuma intimidade com Deus, e quando oram, é com longos e belos textos decorados, nunca com a espontaneidade de quem conversa com Deus, e tudo o que fazem é sempre com o fim de serem admirados pelos homens. O orgulho e a hipocrisia são as principais características de um religioso. A fé deles está baseada apenas no que ouvem e nas tradições, e quando se aproximam de Deus é apenas por interesse próprio, normalmente material. Os religiosos apenas praticam um ritual semanal, pois a natureza do espírito religioso é um espírito maligno que procura substituir a simplicidade da adoração a Deus pela atividade religiosa. Um culto religioso não passa de uma cerimônia, uma liturgia, não contém nada de espontâneo, portanto não deixa o Espírito de Deus agir. Deus nunca tem a oportunidade de falar em um lugar assim. Caim foi o 1º modelo bíblico de um homem controlado pela religiosidade, foi alguém que estava voltado totalmente para as coisas terrenas, Caim tentou fazer uma oferta ao Senhor com seus próprios esforços, mas Deus rejeitou. O fruto dos nossos esforços nunca será aceitável para o Senhor. É importante lembrar que Servir e agradar a Deus não depende das nossas habilidades ou dos nossos talentos, mas sim de algo que brota espontaneamente do Espirito. Para agradarmos a Deus, não é necessário fazermos algo para impressionar aqueles que nos rodeiam, mas sim termos total intimidade com Ele, para conhecermos qual é a Sua vontade. Apenas assim, a nossa adoração será aprazível aos olhos de Deus e teremos a Sua aprovação. Segundo a Wikipédia, Religião significa religare, e é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e seus próprios valores morais. Ou seja, é algo de homens. A religião difama Deus! Quando desejamos falar de Deus para alguém, a pessoa normalmente se fecha imediatamente, pois pensa que iremos falar de religião, pois a religião não é bem vista por todos, e para completar, ela divide as pessoas. A religião nada tem a ver com Deus!
ATENÇÃO: Religião e Religiosidade nada tem a ver com o cristianismo puro, portanto, se durante a leitura você se identificou como um religioso, ou identificou o seu líder, (falo isso, mas sei que uma outra característica de um religioso é nunca achar que a palavra é para si, mas sim para os outros), não deixe de ler as referências bíblicas abaixo, pois você verá que embora as minhas palavras tenham sido duras, as do Senhor são mais fortes ainda. Portanto, arrependa-se o quanto antes e tenha uma nova vida diante de Deus, procure conhece-lo e conhecer melhor qual é a Sua vontade, para que no Dia do Senhor você não esteja mais nessa situação! Pois no Dia do Senhor, muitos se surpreenderão.

domingo, 9 de setembro de 2012

Comprar azeite - crescer em vida

Comprar azeite - crescer em vida

Há muitas pessoas que foram salvas no espírito, entretanto não sabem que é necessário permitir que o Espírito se expanda de seu espírito para sua alma. Podemos dizer que muitos cristãos ainda não têm essa visão, pois só conhecem o evangelho da graça. O evangelho do reino diz respeito à salvação de nossa alma. Deus deseja a partir do nosso espírito ganhar também nossa alma, mas para que isso ocorra precisamos nos esvaziar, negando a vida da alma a fim de que a vida e a natureza divinas nos sejam acrescentadas. Devemos buscar o crescimento de vida e ajudar os cristãos que não conhecem essa verdade, para que não sejam como as virgens néscias que foram surpreendidas com a chegada do Noivo.
Hoje na vida da igreja estamos exercitando o viver do povo do reino. Por meio de invocar o nome do Senhor e ler-orar Sua palavra estamos os espírito (1 Co 12:3; Ef 6:17-18). Se praticarmos viver e andar no espírito teremos sempre "azeite" em nossas "vasilhas". Não devemos nos contentar somente em ter sido contemplados com o evangelho da graça. Precisamos avançar para o evangelho do reino e buscar o crescimento da vida de Deus a fim de sermos trabalhados pelo Espírito em nossa alma. Procedendo assim seremos como as virgens prudentes, preparados para a vinda do Noivo.
O Senhor, em Sua parousía, virá ao encontro das virgens (Mt 25:6). As virgens néscias disseram às prudentes: "Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando. As prudentes, porém, responderam-lhes: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o" (vs. 8-9). Era como se as prudentes dissessem: "Eu não posso dar-lhe o meu azeite, pois não há como tirar do Espírito que foi trabalhado em minha alma e colocar na sua".
Situação parecida com essa ocorre na vida conjugal. Assim como hoje o marido não tem como negar a vida da alma pela esposa e vice-versa, quando o Senhor vier um não poderá passar sua porção de azeite, ou seja, sua porção de Espírito, para o outro cônjuge. A falta de azeite está diretamente relacionada com o fato de não negar a vida da alma. Quanto mais negamos a vida da alma, mais a vida de Deus, mais do azeite divino nos será acrescentado. Cada um de nós deverá comprar seu próprio azeite, negando sua vida da alma hoje, e não se acomodar pensando que um dia poderá receber "o azeite" de outros irmãos. Naquele dia, um não haverá como transferir para o outro o ganho que acumulou.
As prudentes disseram às néscias para ir e comprar azeite com os que o vendem. Mesmo saindo elas para comprar, já era tarde, e quando voltaram a porta já estava fechada. Isso mostra que aqueles que dormiram no Senhor, não terão como mudar sua situação após morrerem. O quanto eles tinham de azeite na vasilha quando dormiram, será o quanto de azeite terão na vinda do Noivo.
Durante a grande tribulação, o Senhor enviará duas testemunhas, que também são conhecidas como os dois filhos do óleo, ou filhos do azeite, para encorajar os cristãos que foram deixados na terra (Ap 11:3; cf. Zc 4:11-12, 14). À luz de Mateus 17:3, as duas testemunhas são Moisés e Elias. Elias foi arrebatado vivo e Moisés morreu no monte Nebo, ao cimo e Pisga (Dt 32:48-52; 34:1-5), mas não se sabe o lugar de sua sepultura (34:6). Com a ajuda da Epístola de Judas, entendemos que o corpo de Moisés foi encontrado no Hades, pois Satanás o reivindicou ao Arcanjo Miguel, que o estava guardando (Jd 9). Dessa forma, tanto Moisés como Elias não passaram pelo Hades, pois Deus tem um propósito para eles no período da grande tribulação, que será suprir azeite aos filhos de Deus que não forem arrebatados.
Como vimos, o azeite representa o Espírito. Moisés e Elias, portanto, irão suprir Espírito aos que estiverem na grande tribulação; eles representam os dois ramos da oliveira descritos em Zacarias 4:1-3. Eles possuem tubos, ou bicos, de onde flui o suprimento de azeite. Os irmãos que não negam a vida da alma hoje experimentarão a grande tribulação no final desta era. Mesmo nessa situação Deus irá ajudá-los por meio dessas duas testemunhas. O Senhor lhes dará suprimento para que suportem um pouco das dificuldades durante aquele período; mesmo assim, serão três anos e meio de grandes sofrimentos para os cristãos que permanecerem na terra.
Hoje devemos anelar a condição das virgens prudentes que negaram a vida da alma e cederam espaço para o Espírito trabalhar em sua alma. Se não nos prepararmos hoje, quando o Senhor voltar já não haverá mais tempo. Como as virgens prudentes tinham azeite suficiente para manter suas lâmpadas acesas, isto é, possuíam certo crescimento em vida, puderam entrar nas bodas com o Noivo. A fim de que haja crescimento de vida, precisamos pagar o preço hoje, negando a nós mesmos e deixando o Espírito transformar nossa alma.
Como filhos de Deus, valorizamos todas as verdades contidas na Palavra, contudo não podemos permanecer na esfera doutrinária de simplesmente conhecê-las. É necessário aplicá-las por meio de negar a nós mesmos para seguir o Senhor. Agradecemos ao Senhor por termos bons mestres que nos ajudam a praticá-la. Temos também mordomos fiéis que estão sempre nos ajudando a crescer no Senhor. Assim, por meio de viver a vida normal da igreja, podemos comprar "azeite" hoje e ter nossas lâmpadas sempre acessas. Todavia precisamos nos lembrar que as prudentes não puderam emprestar azeite às néscias, pois o preço que deve ser pago para adquirir mais azeite, isto é, mais Espírito, é pessoal. É necessário, portanto, buscar crescimento de vida individualmente, pois, quanto mais a vida e a natureza de Deus nos forem acrescentadas, mais "azeite" teremos em nossas "vasilhas".

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Desfrutar a glória de Deus

Quando entramos no Santo dos Santos, desfrutamos a glória de Deus, e esse desfrute nos leva à maturidade espiritual. No entanto, para podermos ter contato com a glória de Deus, temos primeiramente de satisfazer Sua justiça e santidade. Fazemos isso por meio do sangue sobre o altar do holocausto. Pelo sangue, reconciliamo-nos com Deus e podemos entrar no Santo Lugar e depois, então, entrar na glória de Deus, no Santo dos Santos. Aparentemente, apenas Arão, o sumo sacerdote, podia entrar no Santo dos Santos, uma vez ao ano; mas, na verdade, Moisés podia entrar ali a todo o tempo e falar com Deus face a face. O Santo dos Santos era um lugar cheio da glória de Deus; por isso é que, ao falar com Deus, o rosto de Moisés resplandecia (Êxodo 34:29). Quanto mais conversava com Deus, mais o rosto de Moisés resplandecia; mas, ao sair do Santo dos Santos, ele colocava um véu sobre o rosto, pois aquela glória desvanecia.Para entendermos esse processo, há uma boa ilustração: uma pessoa sentada diante de uma fogueira. Por causa da proximidade com o fogo, o rosto dessa pessoa fica quente e vermelho, mas quando se afasta, seu rosto vai voltando à cor normal. É o mesmo que ocorria com Moisés: por contemplar a glória de Deus, seu rosto ficava resplandecente. Mas como isso era apenas algo exterior, algo que ocorria fora de Moisés, quando ele se afastava do Santo dos Santos, a glória de seu rosto desvanecia.
Nós, porém, como ministros da nova aliança, somos diferentes de Moisés: graças ao fato de o véu ter sido rasgado, hoje podemos estar continuamente contemplando o Senhor em nosso espírito e recebendo mais da Sua glória. Nosso rosto está desvendado, nada há entre nós e o Senhor, pois Ele já cumpriu a redenção. Como um espelho, podemos contemplá-Lo e refleti-Lo. Desse modo, nossa glória não desvanece como a de Moisés, mas passamos de um estágio de glória para outro estágio de glória (2 Coríntios 3:18). Quanto mais comunhão temos com Deus, mais da Sua glória temos
A intenção original de Deus era que todo o povo de Israel fosse tanto sacerdote como rei. No entanto, por causa da idolatria do povo, essas funções foram separadas. Mas Deus não mudou Seu desejo, e reuniu primeiramente em Cristo ambos os ofícios (Zacarias 6:13), bem como nos cristãos (2 Pedro 2:5, 9). Por termos a vida Daquele que é tanto rei como sumo sacerdote, somos Seu sacerdócio real. Como sacerdotes temos a responsabilidade de trazer as pessoas até o Santo Lugar, para que ali sirvam a Deus, e dali para o Santo dos Santos, a fim de que vivam no espírito; e como reis devemos viver de tal modo unidos ao Senhor, que O expressemos entre as pessoas a fim de que Ele reine por meio de nós.Para entendermos esse processo, há uma boa ilustração: uma pessoa sentada diante de uma fogueira. Por causa da proximidade com o fogo, o rosto dessa pessoa fica quente e vermelho, mas quando se afasta, seu rosto vai voltando à cor normal. É o mesmo que ocorria com Moisés: por contemplar a glória de Deus, seu rosto ficava resplandecente. Mas como isso era apenas algo exterior, algo que ocorria fora de Moisés, quando ele se afastava do Santo dos Santos, a glória de seu rosto desvanecia.Nós, porém, como ministros da nova aliança, somos diferentes de Moisés: graças ao fato de o véu ter sido rasgado, hoje podemos estar continuamente contemplando o Senhor em nosso espírito e recebendo mais da Sua glória. Nosso rosto está desvendado, nada há entre nós e o Senhor, pois Ele já cumpriu a redenção. Como um espelho, podemos contemplá-Lo e refleti-Lo. Desse modo, nossa glória não desvanece como a de Moisés, mas passamos de um estágio de glória para outro estágio de glória (2 Coríntios 3:18). Quanto mais comunhão temos com Deus, mais da Sua glória temos
A intenção original de Deus era que todo o povo de Israel fosse tanto sacerdote como rei. No entanto, por causa da idolatria do povo, essas funções foram separadas. Mas Deus não mudou Seu desejo, e reuniu primeiramente em Cristo ambos os ofícios (Zacarias 6:13), bem como nos cristãos (2 Pedro 2:5, 9). Por termos a vida Daquele que é tanto rei como sumo sacerdote, somos Seu sacerdócio real. Como sacerdotes temos a responsabilidade de trazer as pessoas até o Santo Lugar, para que ali sirvam a Deus, e dali para o Santo dos Santos, a fim de que vivam no espírito; e como reis devemos viver de tal modo unidos ao Senhor, que O expressemos entre as pessoas a fim de que Ele reine por meio de nós.Nós, porém, como ministros da nova aliança, somos diferentes de Moisés: graças ao fato de o véu ter sido rasgado, hoje podemos estar continuamente contemplando o Senhor em nosso espírito e recebendo mais da Sua glória. Nosso rosto está desvendado, nada há entre nós e o Senhor, pois Ele já cumpriu a redenção. Como um espelho, podemos contemplá-Lo e refleti-Lo. Desse modo, nossa glória não desvanece como a de Moisés, mas passamos de um estágio de glória para outro estágio de glória (2 Coríntios 3:18). Quanto mais comunhão temos com Deus, mais da Sua glória temosA intenção original de Deus era que todo o povo de Israel fosse tanto sacerdote como rei. No entanto, por causa da idolatria do povo, essas funções foram separadas. Mas Deus não mudou Seu desejo, e reuniu primeiramente em Cristo ambos os ofícios (Zacarias 6:13), bem como nos cristãos (2 Pedro 2:5, 9). Por termos a vida Daquele que é tanto rei como sumo sacerdote, somos Seu sacerdócio real. Como sacerdotes temos a responsabilidade de trazer as pessoas até o Santo Lugar, para que ali sirvam a Deus, e dali para o Santo dos Santos, a fim de que vivam no espírito; e como reis devemos viver de tal modo unidos ao Senhor, que O expressemos entre as pessoas a fim de que Ele reine por meio de nós.A intenção original de Deus era que todo o povo de Israel fosse tanto sacerdote como rei. No entanto, por causa da idolatria do povo, essas funções foram separadas. Mas Deus não mudou Seu desejo, e reuniu primeiramente em Cristo ambos os ofícios (Zacarias 6:13), bem como nos cristãos (2 Pedro 2:5, 9). Por termos a vida Daquele que é tanto rei como sumo sacerdote, somos Seu sacerdócio real. Como sacerdotes temos a responsabilidade de trazer as pessoas até o Santo Lugar, para que ali sirvam a Deus, e dali para o Santo dos Santos, a fim de que vivam no espírito; e como reis devemos viver de tal modo unidos ao Senhor, que O expressemos entre as pessoas a fim de que Ele reine por meio de nós.


Trechos extraídos do livro “A Visão do Tabernáculo”, de Dong Yu Lan, publicado pela editora Árvore da Vida.